Sempre que penso no assunto vem-me à lembrança uma participação de óbito lá nos Estados Unidos de um oficial de marinha falecido aos 45 anos registrando que o seu problema fora velhice já que alcançara aquela idade. Hoje, quando a vida média do gaúcho alcançou 72,5 anos surpreende-me que o legislador insista com uma compulsória aos 70 anos. Costumo dizer que ter idade é algo diferente de velhice que esta é, antes de mais nada, estado de espírito. Urge uma revisão desse tema para ajustá-la à realidade dos tempos que vamos vivendo. Quem sabe uma revisão médica anual a partir dos setenta anos para aferir as reais condições da pessoa?
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
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